terça-feira, 8 de agosto de 2017

As histórias do Dry Martini,



A primeira versão assegura que o Martini é uma evolução de um coquetel chamado Martinez, bebida criada por Jerry Thomas, por volta de 1800.
Lembra muito, com relação aos ingredientes do coquetel cheio de mistérios e aparece no livro de Jerry Thomas, que é considerado um dos primeiros, senão o primeiro livro sobre bebidas no mundo.
O bar tênder teria criado este coquetel a pedido de um cliente que após colocar uma pepita de ouro sobre o balcão, pediu algo especial.

Esse pedido, teria acontecido enquanto o viajante se preparava para ir para a cidade de Martinez, na Califórnia.
Apesar de a receita ser parecida em ingredientes, o paladar era um tanto diferente, pois levava o Old Tom Gin que, sabidamente é um pouco mais adocicado, diferente do London Dry consumido hoje em dia.
A receita era essa:
Traços de bitters
Dois traços de marrasquino
Um copo de vinho de Vermute
Dois pedaços de gelo
Um pouco de Tom Old Gin
Nessa versão, ele teria sido criado na cidade de Martinez, Califórnia e então, o nome de Martini.
A segunda versão vem do ano de 1910, o bilionário John D. Rockefeller, conhecido por ser fundador da The Standard Oil Companyem, se hospedava em um hotel de New York e ansiava por algo diferente das bebidas que acostumava consumir.
O barman de nome John Martini, pronta e rapidamente, lhe serviu um coquetel seco, a mistura simples de gin com uma sombra de vermute em uma taça, com uma azeitona dentro.
Através dos tempos, inúmeras personalidades têm mostrado e escrito sobre a efusiva paixão ao drinque, imortais feito o escritor Hemingway ou o cantor lírico Enrico Caruso, todavia, o mais alegórico entre esses, é o personagem do cinema britânico, o agente 007 que, entre uma aventura e outra, costuma bebericar esse drinque e deixa em evidência a paixão do autor Ian Fleming, outro apreciador de gosto refinado.
Para preparar o Dry Martini, tenha em mãos os ingredientes:

• 3 oz Gin
• 1/4 oz Vermute Seco
• Zest de limão
• Azeitona no palito para decorar

MODO DE PREPARO

•. Mexa os ingredientes em um Mixing Glass com gelo
•. Coe para uma Taça de Coquetel gelada
•. Adicione o Zest de limão e a azeitona por último.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Champanhe.

O champanhe é um vinho espumante natural, produzido unicamente na região que leva seu nome, na França. 
Famosíssimo no mundo inteiro, o mesmo está presente nas mais refinadas celebrações.
Antes mesmo da origem da bebida, os romanos já haviam introduzido a produção de espumantes no atual território francês.

 A questão era que as uvas da região de Champagne produziam um efeito diferente das outras, provocando uma fermentação secundária e gerando pequenas bolhas de gás. 
Todos os produtores de vinho evitavam esse fenômeno, com exceção de Don Perignon, um especialista em vinhos.
Ao invés de evitar tal fermentação, Don Perignon procurou favorecer e controlar a mesma por meio de uma técnica desenvolvida por ele, chamada de champenoise
Foi assim que surgiu a bebida mais luxuosa do mundo: o champanhe, considerado por muitos como o “rei dos vinhos”.

Hidromel, a bebida mais antiga do mundo.



É uma bebida alcoólica criada por fermentação de mel com água, por vezes com várias frutasespeciariasgrãos, ou lúpulos.  O teor de álcool varia entre cerca de 5% ABV a 16% ABV. 
A característica definidora de hidromel é que a maioria dos açúcares fermentáveis ​​da bebida é derivado de mel.  Pode-se ainda ser, carbonatado, ou naturalmente espumante; seca, semi-doce ou doce. 
O Hidromel foi produzido na história antiga em toda a Europa, África e Ásia. Ele tem desempenhado um papel importante nas crenças e na mitologia de alguns povos. 
Outro povo que utilizava o hidromel eram os celtas. Durante as cerimônias religiosas, a bebida era servida por acreditarem que o hidromel possuía efeitos afrodisíacos. Durante as núpcias, a bebida era servida durante todo um ciclo lunar para auxiliar a fertilidade. Possivelmente essa é a origem do termo “Lua de Mel”.

Mas talvez seu uso fosse comum na Idade Média pela relativa facilidade em seu fabrico, já que além da água e do mel, conseguidos nos bosques ao redor das zonas de habitação, fosse necessário apenas um agente fermentador, que era, provavelmente, a cevada.
Na Ásia, vasos de cerâmica contendo assinaturas químicas de uma mistura de mel, arroz e outras frutas, juntamente com compostos orgânicos de fermentação datam de 6500-9000 AC foram encontrados no norte da China. 
Na Europa, é atestada primeiramente em amostras residuais encontrados na cerâmica característicos do campaniforme Cultura (2800 -. 1800 AC). 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A culinária da França

A culinária da França compreende uma grande variedade de pratos e de grande prestígio no mundo, principalmente no ocidente. A grande variedade de queijos, vinhos, carnes e doces é a imagem de marca da França em termos de gastronomia.
Tradicionalmente, cada região francesa tem uma culinária própria: a culinária do noroeste usa manteiga, crème fraîche e maçãs; a culinária provençal (do sudeste) prefere azeite, verduras e tomates; a do sudoeste usa gordura de pato, fígado (foie gras), cogumelos (cèpes) e moelas; a culinária do nordeste relembra a culinária da Alemanha e usa banha de porco, salsichas e chucrute.
Além destas quatro áreas gerais, há muitas mais tipos de culinária locais, como a do vale do Rio Loire, famosa pelos delicados pratos de peixe de água doce e pelos vinhos brancos; a cozinha basca, famosa pelo uso de tomate e pimentão, e a culinária do Roussillon, semelhante à culinária da Catalunha.
Com as deslocações e viagens constantes de hoje, tais diferenças regionais são menos acentuadas do que foram, mas ainda se sentem claramente.
O viajante que atravesse a França notará alterações significativas na forma de cozinhar e nos pratos servidos. Além disso, o interesse recente dos consumidores franceses por produtos alimentares locais, dos campos locais (produits du terroir) significa que as culinárias regionais atravessam forte renascimento neste início do século XXI.
Cozinhas exóticas, particularmente a Culinária da China e alguns pratos de ex-colônias no Norte da África (cuscuz), tiveram influência.

A alimentação do dia compõe-se de um desjejum leve (fatias de baguette, com geleia e manteiga, ou croissant ou pain au chocolat; chá, café, leite com cereais ou iogurte ou, ainda, chocolate quente; frutas ou suco); almoço, entre meio dia e 14h; jantar, à noite.
Uma refeição normal completa consiste de entrada (vegetais crus ou salada), prato principal (carne ou peixe, com acompanhamento de vegetais, massa, arroz ou batatas fritas), sobremesa (frutas, tortas, bolos, cremes ou compota) e queijo.
Nas grandes cidades, a maioria das pessoas que trabalham e estudam, almoçam fora. As lanchonetes das empresas e escolas servem refeições completas (entradas, prato principal, queijos, sobremesa), não sendo comum que os estudantes tragam sanduíches de casa. Em cidades menores, a maioria dos trabalhadores volta a casa para almoçar, o que causa quatro horas diárias de correria (às 8 da manhã, ao meio-dia, às 14h e às 18h).
Com o estilo de vida contemporâneo, aqueles que não dispõem de um refeitório próximo ao local de trabalho ou de estudo costumam optar por um lanche (sanduíches ou saladas) ao meio-dia. Ainda é popular o hábito de cozinhar à noite ou nos fins de semana, com ingredientes frescos. Tradicionalmente os alimentos eram comprados nos pequenos estabelecimentos especializados da vizinhança (carne bovina e equina, nos açougues; peixes, em peixarias; queijos, nas queijarias e assim por diante) ou nas feiras livres. Entretanto, atualmente quase todos esses produtos passaram a ser comprados nos supermercados de bairro (supérettes) ou hipermercados.

A culinária japonesa

A culinária tradicional japonesa é dominada pelo arroz branco (hakumai, 白米), e poucas refeições seriam completas sem ele. Qualquer outro prato servido durante uma refeição - peixe, carne, legumes, conservas - é considerado como um acompanhamento, conhecido como okazu. É utilizado um tipo de talher diferente, denominado hashi. Originário da China, consiste em dois pequenos bastões de madeira, plástico ou metal.
As refeições tradicionais recebem seu nome de acordo com o número de acompanhamentos que vêm junto do arroz e da sopa. A refeição japonesa mais simples, por exemplo, consiste de ichijū-issai (一汁一菜; "uma sopa, um acompanhamento" ou "refeição de um prato"). Isto quer dizer que a refeição é composta de sopa, arroz e de algum acompanhamento — normalmente um legume em conserva. O pequeno-almoço ou café da manhã japonês tradicional, por exemplo, normalmente é constituído de missoshiru (sopa de pasta de soja), arroz e algum legume em conserva. A refeição mais comum, entretanto, é conhecida por ichijū-sansai (一汁三菜; "uma sopa, três acompanhamentos"), ou por sopa, arroz e três acompanhamentos, cada um empregando uma técnica de culinária diferente. Estes acompanhamentos normalmente são peixe cru (sashimi), um prato frito e um prato fermentado ou cozido no vapor — ainda que pratos fritos, empanados ou agri-doces podem substituir os pratos cozidos. O Ichijū-sansai normalmente se encerra com conservas como o umeboshi e chá verde.
Esta visão japonesa de uma refeição é refletida na organização dos livros de culinária japoneses. Os capítulos são sempre ordenados de acordo com os métodos culinários: alimentos fritos, alimentos cozidos e alimentos grelhados, por exemplo, e não de acordo com os ingredientes em particular (ex.: galinha ou carne) como são nos livros ocidentais. Também podem existir capítulos dedicados a sopas, sushi, arroz etc.
Como o Japão é uma nação insular, o seu povo consome muitos frutos do mar, além de peixe e outros produtos marinhos (como algas). Carne e galinha são comummente inseridos na culinária do cotidiano.
O macarrão, originado na China, também é uma parte essencial da culinária japonesa. Existem dois tipos tradicionais de macarrão, o sobá e udon. Feito de farinha de trigo sarraceno, o sobá (蕎麦) é um macarrão fino e escuro. O udon (うどん), por sua vez, é feito de trigo branco, sendo mais grosso. Ambos são normalmente servidos com um caldo de peixe aromatizado com soja, junto de vários vegetais. Uma importação mais recente da China, datando do início do século XIX, vem o ramen (ラーメン; macarrão chinês), que se tornou extremamente popular. O Ramen é servido com uma variedade de tipos de sopa, indo desde os molhos de peixe até manteiga ou porco.
Em algumas regiões, gafanhotos (inago) e larvas de abelha (hachinoko) não são pratos incomuns. Lagartos também são comidos em alguns lugares.

As histórias do Dry Martini,

A primeira versão assegura que o Martini é uma evolução de um coquetel chamado Martinez, bebida criada por Jerry Thomas, por volta de...